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RESENHA: A MULHER NA JANELA

Bem-vindos, leitores!
Hoje trago a resenha desse livro:

 

 

 

 

 

 

 

 

É a história de suspense e tensão de uma mulher trancafiada na casa dela.

Tá, deixa eu explicar melhor.

Conta a história de Anna Fox, uma mulher traumatizada por eventos passados e que não consegue sair de sua residência por conta disso.
Ela não sai de casa.

E, sob essas condições, num belo dia, ELA VÊ UM CRIME DO OUTRO LADO DA RUA.

 

 

 

 

 

Em pânico, a mulher chama a polícia e tenta até sair para ajudar, mas acaba sendo ela quem apaga e vai parar no hospital.

Quando ela consegue voltar para casa – depois de perguntas incessantes de enfermeiros e policiais -, todos dizem que O CRIME NÃO ACONTECEU. Anna toma muitos medicamentos, bebe muito (sim, junto com os medicamentos) e é, afinal, “a louca trancafiada”.

 

Ninguém acredita nela.

Nem ela acredita direito.

 

Mesmo assim, Anna começa a tentar descobrir o que aconteceu… e ameaças começam a aparecer.

@_@ Descubram o resto lendo!

 

 

 

 

 

 

 

O QUE EU ACHEI:

Bom, vamos lá. Não sei se era a intenção do autor (eu acho que não), mas eu acabei constatando algo nas primeiras três páginas ou por aí um fato que possivelmente era para ser descoberto só no final e ser chocante.
Não sei se foi pelo climão da cena, mas eu notei nas primeiras três páginas.

Só por aí acho que já estraguei um pouco a emoção da história @_@. Mas digamos que isso não é culpa do livro.

 

O que me incomodou nessa história foi que não gostei da protagonista (questão de gosto, vocês podem gostar) doida e que não consegue fazer nada, contando números pra conseguir andar. Eu já estava pensando “da próxima vez que você disser 1, 2, 3, 4, enfio esse livro no seu (…)”. Eu já não gostei dela e, para ajudar, a narração é em primeira pessoa @_@. É horrível andar na cabeça de alguém que você desgostou.

 

A segunda coisa que me incomodou (isso também é questão de gosto, mas menos intenso em relação a eu não gostar da protagonista) é que 99% da história se passa, querendo ou não, na casa da velhota (eu não sei se ela é tão velha assim, mas é a impressão que me passou por não conseguir fazer nada).
Ou seja, o cenário não muda e a história se torna um tanto parada. Creio que seja para aumentar a tensão – tem uma ameaça e ela não consegue sair de caaasa -, mas não teve tanta tensão ou eventos interessantes ao longo das páginas para remediar esse cenário único.

 

Assim: não é um problema a protagonista ser uma mulher traumatizada com um problema. E que esse problema seja não sair de casa.

Mas ela poderia ser inteligente, determinada, uma pessoa de atitude.
Ao invés disso, é uma loucona bêbada. @_@
Aí você acompanha ela dentro da casa escura. Ela não sai de lá.

 

Meu deus, é como se você estivesse jogando The Sims 1… sem poder jogar.

 

 

 

 

 

 

COF COF.

Enfim, calma. XD

Como eu sempre friso, é uma QUESTÃO DE GOSTO. Tem gente que gosta do thriller preso, em primeira pessoa, e do desespero de uma pessoa que não consegue fazer nada em relação a tudo que está acontecendo.

 

Então, minha recomendação: ESSE LIVRO É PARA QUEM GOSTA DE THRILLERS SEM PROTAGONISTAS HEROICOS/DETETIVES E DE NARRAÇÃO EM PRIMEIRA PESSOA.

Espero que minhas dicas estejam sendo úteis! 😀 Os livros ficam felizes quando são lidos. Recomendem esse título para os leitores adequados e todos vão ficar felizes!

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